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site http://www.oslords.com
Lord’s: a biografia
A aventura do Agrupamento Musical “Os Lord’s” começa por centrar-se num jovem adolescente, Nelson Santos, que com apenas 12 anos, tocava teclas e cantava, animando casamentos de familiares e amigos, bem como pequenos bailes da aldeia. O talento do jovem começou a ser reconhecido por todos e, passado algum tempo, foi abordado por alguns músicos que lhe propuseram formar uma banda. Em Setembro de 1984, começavam os primeiros ensaios, e logo se percebeu que o grupo teria futuro. Foi precisamente por isso que o pai de Nelson, Albertino Santos, fez alguns investimentos, dando uma preciosa ajuda para que a banda tivesse o seu próprio material para poder apresentar-se publicamente. A primeira formação d’”Os Lord’s” era composta por um baterista, teclas, guitarra e uma voz feminina, que na altura fazia toda a diferença, uma vez que poucas bandas tinham vozes femininas na época. Nessa altura, ainda não havia baixista, pelo que o Nelson simulava a viola baixo através do uso de uma pedaleira accionada pelo pé esquerdo. Era o homem dos sete ofícios: tocava teclas, simulava a viola baixo e também cantava… tudo isto chamava a atenção de todos. A primeira apresentação ao público deste grupo de músicos aconteceu num Domingo à tarde, a 18 de Novembro de 1984, na localidade de Serra D’el Rei (Peniche) e teve uma boa aceitação por parte de quem assistiu, o que levou à contratação para o Domingo seguinte. A partir dali, a banda actuava quase todos os fins-de-semana. No ano seguinte, percorrem por várias vezes quase todas as localidades do concelho de Peniche, o que vinha, mais uma vez, provar que o grupo era bastante bem aceite por parte do público. Com o passar do tempo, nomeadamente no período do Outono do mesmo ano até meados do ano seguinte, houve algumas alterações na formação inicial d’”Os Lord’s”, sempre com o objectivo de fazer mais e melhor. Nesta altura, deixava de haver uma voz feminina, que daria lugar a um baixista, bem como a um segundo vocalista masculino, para apoiar o Nelson que ainda não estava preparado para cantar sozinho durante uma noite inteira. Esta nova formação, agora composta por cinco elementos, conquista o público dos concelhos vizinhos, Óbidos e Caldas da Rainha, onde passam a actuar com frequência. No final do verão de 1987, a banda passa por uma fase complicada, devido ao abandono quase simultâneo do baixista, guitarrista e segundo vocalista, o que provocou uma quebra na popularidade do grupo, a qual foi retomada meses mais tarde, consequência do grande esforço e dedicação por parte dos elementos que permaneceram. É nesta altura que Nelson Santos assume o papel de teclista e vocalista principal, ficando a banda reduzida a 4 elementos, uma vez que já tinham entrado nessa época novos baixista e guitarrista. Os anos iam passando e a popularidade do grupo ia crescendo. Em 1989, conquistam a zona de Alcobaça e arredores, onde actuam durante vários anos seguidos. O número de actuações aumenta de uma forma rápida e em 1991, a banda empenha-se mais e melhor, apresentando-se cada vez mais profissional, em que a qualidade musical assume uma melhoria significativa, da qual resulta uma rápida expansão para toda a zona Oeste e grande parte do Ribatejo. Dois anos mais tarde, os Lord’s iniciam-se na aventura das gravações em estúdio. É nessa altura que saem para o mercado os dois primeiros registos em cassete, contendo temas de outros artistas e alguns inéditos compostos por elementos do grupo, bem como por compositores da região que também colaboraram nesta primeira experiência. Desses tempos, destacam-se as canções “Saudades de emigrante” e “Louco por ti”, que o público aceitou logo desde o início, originando de imediato a venda de muitas cassetes. No ano seguinte, é lançada uma terceira cassete com mais algumas composições inéditas, de onde se destaca a canção “Choravas na praia”, a primeira balada de sucesso d’Os Lord’s. Em 1995, o sonho de lançar um CD torna-se realidade. Surge então “O nosso arraial”, que reúne, num só disco, todos os originais das gravações anteriores e mais algumas novidades. Este primeiro registo em formato digital, contribui de forma assinalável para que Os Lord’s comecem a ser ouvidos em grande parte das rádios da região Oeste, entrando sem qualquer dificuldade para os primeiros lugares do top de muitas delas. Novo ano, novo disco. 1996 marca o lançamento do segundo trabalho de originais da banda: um projecto muito mais elaborado a todos os níveis com o título brincalhão “Coça aqui”. Este trabalho discográfico volta a surpreender tudo e todos. As baladas “Meu amor secreto” e “Achar a paixão”, bem como a canção popular “Moca dela” fizeram grande sucesso por toda a região e eram trauteadas por muita gente, que já conhecia as letras de cor. A partir daqui, os dados estavam lançados. Agora só era preciso gerir todo este sucesso alcançado com os feitos anteriores e continuar a fazer mais e melhor com um cada vez maior número de actuações ao vivo. No final de 1998, Os Lord’s levam a sua música ao estrangeiro. Fazem duas fantásticas actuações no Canadá, a convite do Clube de Peniche em Toronto, a 31 de Dezembro de 1998 e 2 de Janeiro de 1999. Mais uma vez, o talento da banda era confirmado, agora pelos emigrantes que assistiram às actuações naquele país. Este foi mais um momento inesquecível para o grupo. O terceiro álbum de originais, intitulado “És a mulher que eu amo”, é lançado em 1999. Dele se destacam as baladas “Andava perdido” e “Sonhos são desejos”, que voltam a conquistar os românticos e o popular tema “És a mulher que eu amo” é também um tremendo sucesso. Nos anos seguintes, a banda empenha-se ainda mais nas actuações ao vivo, tocando os seus originais, bem como dando nova roupagem a sucessos de outros artistas. Novos investimentos em som e luz melhoram ainda mais a apresentação d’Os Lord’s em palco. No entanto, houve novas alterações no que diz respeito aos integrantes do grupo, o que não prejudicou em nada a qualidade musical que nos habituou desde sempre. A estabilidade da banda foi definitivamente mantida no final de 2003. Em 2005, nova aventura. Para dar resposta à concorrência existente e a muitos pedidos, aposta-se novamente numa voz feminina, o que dá mais dinâmica à banda, permitindo ao mesmo tempo a introdução de um repertório mais variado. Entra então a Beta, iniciando-se assim uma revolução nos palcos, havendo mais movimento e interacção entre os elementos soltos… Em 2008, dá-se nova revolução, quer a nível de elementos, quer a nível visual e também ao nível de transporte de material por aquisição de camião. Na mudança de “look” deu-se actualização de novas luzes, mesas de som e renovação de logótipo, dando resposta clara aos sinais do tempo… Na aquisição de novos elementos destaca-se a entrada de um técnico de som experiente no meio musical e acontecendo também em simultâneo mudança de baterista.
Assim sendo, passemos a apresentar a formação actual da banda: - Bateria: Paulo Robalo - Viola baixo: Luís Nicolau - Guitarra: Rui Rico - Teclas/voz: Nelson Santos - Voz: Beta - Técnico som : Celestino Cosme - Técnico luzes: André Carvalho ( Massa ) - Condutor camião e Apoio técnico: Flávio
Para que este projecto continue a ter pernas para andar, é importante o apoio de todos aqueles que nele acreditam, não esquecendo porém todos os músicos que por ele e para ele trabalharam e que, à sua maneira, fizeram e continuam a fazer o Grupo Musical Os Lord’s.
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